
domingo, 24 de julho de 2011
Back to light

sexta-feira, 22 de julho de 2011
Avança!

Sempre que passo a caminho do trabalho na frente da Universidade Federal do Amapá, lembro-me que ali dentro se forma a massa que vai nos substituir no futuro não tão distante, mas também não tão próximo.
Minha grande preocupação momentânea não é a de ser substituído, mas sim de que a qualidade de quem estamos falando quando essa substituição ocorrer, afinal duas coisas não podem, nem devem ser desprezadas; uma delas é a capacidade de resolver problemas diversos, o que advém da experiência de vida e a outra senão mais importante, que volta e meia se atreve a invadir nossas vidas é a boa e velha resiliência.
Nossos jovens têm a grande capacidade de nos surpreender após certo tempo. Tive muitas oportunidades de vê-los crescer, acho que até mais os acompanhei do que a minha prole em si. E entendo perfeitamente que todo o aprendizado que temos ao longo da vida às vezes se mostra de maneira incipiente para avaliar as mudanças comportamentais que um dia passamos quando também fomos jovens.
Agora fico mais tranqüilo, pois sei que com a grande capacidade do espaço amostral que avaliei ao longo de quase uma década de crescimento populacional jovem que agora alcança a maturidade adulta e ingressa no mercado de trabalho as coisas tendem a melhorar e quem sabe nossos erros decanos e anciãos não se redimam ante a capacidade desses jovens de se recuperarem com surpreendente resiliência advinda da maturidade e da personalidade formada.
Meus alunos com certeza devem achar esse artigo um tanto psique demais para um comentário produtivo sobre a capacidade de crescer e se tornar cidadão, nada romano nem espartano, mas enfim, acredito que as coisas que aprendi, no tempo que aprendi e com quem aprendi nesses tempos romanos e espartanos aos quais banhei minhas pia matter e dura matter em águas de conhecimento Socrateano e draconiano, sofrem enfim a metamorfose do tão batido terceiro milênio.
Por ora sou forçado a declinar, fazer uma reverência e me curvar ante a surpresa de não ser mais o único ser pensante do meu circulo de existência meso-intelectual. Mesmo que com a metade da minha idade e existência, arredo um pouquinho para o lado e recebo no meu pedaço do Panteão, os jovens que agora amadurecem e que tem a veemente capacidade de me surpreender nas horas mais inusitadas.
Sejam bem vindos...
sexta-feira, 15 de julho de 2011
De volta do futuro...
Há quem pensasse que depois da morte de Itamar eu ficaria de luto para sempre, mas não. Afinal foi só um ex-presidente e não eramos tão chegados. Mas estive ausente sim, afinal de vez enquando temos que largar o mundo digital senão ele nos toma as rédeas da vida e a vida estava precisando se aprumar e e encontrar rédeas fortes e enfim apeei e coloquei o cabresto na vida que tanto queria me deixar a galope.
Hoje estou feliz, aliviado, posso até cantar a quela musica do Almir Sater, que diz que "ando devagar porque ja tive pressa e levo esse sorriso, porque já chorei demais..." E é verdade. Lutei ralei, me sacrifiquei para viver um grande amor maduro e sincero, sem segundas intenções, nem interesses ocultos.
Hoje não me sinto mais como o porquinho do comercial da globo.com, pois antes eu me achava assim e as pessoas me viam assim e o amor que sentiam por mim era por causa das moedas que carregava na algibeira e nao por mim em si.
Tenho hoje uma pessoa que me acompanha conforme os votos que fizemos; na saúde, na doença, na riqueza e na pobreza em todos os dias de nossas vidas até que a morte nos separe. Mas fique frio frio que só vou entrar na luz quando voce chegar.
terça-feira, 5 de julho de 2011
Sê-de Homem, pois sois criação única!

4th jully Down

domingo, 3 de julho de 2011
Kata ton daimona eaytoy

Há quatro décadas morria em Paris, aos 27 anos, Jim Morrison, o poeta que liderou o The Doors e que se tornou um ícone de uma geração.
O rastro dos últimos passos de Morrison, que morreu com a mesma idade de Jimi Hendrix, Janis Joplin, Brian Jones e Kurt Cobain, deixou Paris repleta de lugares venerados por fãs incondicionais a cada 3 de julho.
Protegidos por uma cerca metálica na divisão 6 do cemitério Père-Lachaise, os restos mortais de James Douglas Morrison (1943-1971) jazem sob uma lápide que nunca fica sem flores e onde um epitáfio reza: "Kata ton daimona eaytoy" (Fiel a seu próprio espírito).
Lá se reúnem adeptos, que frequentemente declamam poemas, tiram fotografias ou colocam garrafas de bourbon junto à célebre lápide, muito mais frequentada que as do escritor Oscar Wilde, a soprano Maria Callas ou do compositor Frédéric Chopin, que ficam próximas.
Itamar Franco, também nos deixou há algumas horas. O senador e ex-presidente morreu por volta de 10h de sábado no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, onde estava internado na Unidade de Terapia Intensiva para tratamento de leucemia. Desde o dia 21 de maio, o ex-presidente estava internado para tratamento da doença. Seu estado de saúde piorou na sexta, quando passou a respirar com a ajuda de aparelhos. A morte aconteceu em decorrência de um acidente vascular cerebral seguido de coma.
Itamar tinha sido eleito vice de Fernando Collor, mas quando o então presidente foi cassado por práticas pouco republicanas, em 1992. Diante das circunstâncias, Itamar Franco acabou fazendo um ótimo governo, deixando o Palácio do Planalto no final de 1994, com um índice de aprovação popular semelhante ao de Lula, no final do ano passado.
Foi ele, afinal, quem colocou Fernando Henrique Cardoso na Fazenda e bancou o Plano Real, que acabou elegendo o ministro como seu sucessor.
Assim era Itamar Franco, sempre meio imprevisível, instável, desconfiado de tudo e de todos, mas que acabou passando para a história como um presidente providencial, um homem probo, que nunca deixou de ser, antes de tudo, um político mineiro, embora tenha nascido num navio no litoral da Bahia
Assim como Jim Morrison teve seu tumulo protegido de imagens, e excessos, Itamar sempre dizia que quando morresse não era para ficar com o corpo dele rodando pelo país. Era para mandar direto para o Juiz de Fora. E assim será.
Adeus Itamar!
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Engenheiro

Hoje é um dia histórico. A formatura do meu grande amor. Sua outorga no universo da engenharia.
Deliciei-me com cada momento da cerimônia, e embora um pouco a descontento por voltar a ser um mero mortal em não estar entre os doutores de mármore. Mas seria egoísmo de minha parte, afinal a noite foi de meu amor.
De porte, dentro de sua beca preta, reluzia para mim dourado no grande momento seu. Enfim, agora inserido no universo dos que fazem as estruturas do mundo, o universo agora é seu, faça dele um espaço melhor, e não um vácuo disperso; cuide-se para que cada ação sua reflita em benefícios para o mundo, seja cada vez mais imponente como uma estrela que brilha por infinitas eras.
Seja um artigo definido, conquiste seu espaço entre aqueles que podem e sabem e aqueles que sabem mas não conseguem. Que minha mão se estenda sobre você e abençoe seu caminho para que cada semente plantada reflita o efeito e o futuro de sua nova profissão.
Feliz é este dia em que toda tua luta e esforço se fazem reconhecidos por cada passo dado por cada ação impetrada e por cada dia em que te dispusestes a fazer o que chegas hoje a concretizar. Caminho contigo sempre, mesmo que outros não sigam teus passos.
Meu caminho está concluído, o teu apenas começa em uma grande jornada. Mantenha-se na estrada de tijolos amarelos e sempre siga seu coração, nunca te afastes de Deus e por fim, mantenha sempre o amor ao teu lado para que sempre consigas chegar ao caminho sonhado que trilhastes para ti.
Seja bem vindo ao meu universo de criador e criações, para que junto comigo plante a semente de um mundo de pensadores, sonhadores e criadores.
Deus te abençoe e te faça feliz para todo o sempre!
Te amo.